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LANÇAMENTO: LIVRO "JOÃO CALVINO: QUEM DIZEM QUE SOU?"

J. A. Lucas Guimarães ┐ ♥ ┌ Sob empréstimo da pergunta de Jesus aos discípulos foi publicada a décima obra da Coleção Calvino21,  intitulada: JOÃO CALVINO: “QUEM DIZEM QUE SOU?”   Esboços de retratos calvinianos O rganizada pelo historiador e teólogo J. A. Lucas Guimarães, encontra-se a convicção de que a relação de seu contexto original com as identificações à pessoa de João Calvino desde sua morte, não é mera coincidência. Se lhe fosse oportuno um lance de existência atual, é possível que ele fizesse semelhante indagação, apesar de seu desinteresse por ela em sua existência. Desse modo, tem início o empenho de disponibilizar a verdade histórica da identidade e identificação de João Calvino: advogado, um dos principais líder da Reforma Protestante do século XVI, pastor na cidade de Genebra e escritor cristão, com vasta literatura legada à posteridade, com a íntegra apresentação do Evangelho de Cristo pela fiel exposição bíblica. Porque já se distanciam os limites dos 500 ano...

✢ DEUS TEM CUIDADO POR NÓS


"Ele mesmo julga o mundo com justiça; administra os povos com retidão" (Salmo 9.8).

Como Davi acabou de testemunhar, que o poder de Deus não é inativo, de modo que ele habita no céu apenas se entregando aos prazeres, mas que é um poder constantemente operante que ele exerce para preservar sua autoridade e governar o mundo com justiça e equidade. Então, neste versículo, ele adiciona o uso desta doutrina, que é esta: que o poder de Deus não está encerrado no céu, mas se manifesta em socorro à humanidade. A verdadeira doutrina sobre este assunto, não é, como Epicuro, imaginar que Deus é um ser totalmente dedicado ao conforto e aos prazeres, e que, satisfeito consigo mesmo, não se preocupa absolutamente com a humanidade. Ao invés, ela mostra que ele está no seu trono de poder e equidade para que possamos estar totalmente convencidos de que, embora ele não socorra imediatamente aqueles que são oprimidos injustamente, não há um momento em que deixe de ter um profundo interesse por eles. E quando ele parece por um tempo não dar atenção às coisas, a conclusão a que devemos chegar com maior acerto é: não que ele abandonou sua função, mas que deseja, por meio disso, exercer a paciência de seu povo e que, portanto, devemos esperar sua decisão com paciência e tranquilidade de espírito.
Ninguém pode privar Deus de seu cargo de Juiz do mundo e nem o impedir de estender seus julgamentos a todas as nações. Donde se segue que ele será muito mais o juiz de seu próprio povo. Davi declara que esses julgamentos são justos, a fim de nos induzir, quando somos injustamente e cruelmente molestados, a pedir ajuda a Deus, na expectativa confiante de obtê-la. Porque visto que ele julga as nações com justiça, não permitirá que a injustiça e a opressão reine sempre e com impunidade no mundo, e nem negará sua ajuda aos inocentes.

João Calvino, comentário ao Salmo 9.8.

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"...o poder de Deus não é inativo, de modo que ele habita no céu apenas se entregando aos prazeres."

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